terça-feira, março 10, 2009

Todas as cores do camaleão


Não me queira o mesmo
A todo momento

Não queira de mim

Sempre o mesmo amor...

Eu
 
Sou mutável
E o meu sentir

Tem pele de camaleão.


Novembro, 1990

Um comentário:

Élvio disse...

Eu achei esse poema muito interessante.
Adoro short-poems, o poder de síntese neste caso demanda muita economia de palavras, então dificulta uma precisão de sentido.
Enfim, lindo!