terça-feira, março 24, 2009

Psyché

Ritmo
Movimento vital da mudança compassos
Sonho
Visão de um céu fragmentado
Estradas
Borboletas não voam estradas

Passam pensamentos
Pelos rostos transfigurados
Porque então
A essência de tudo não mudaria?

O nada é cheio de reentrâncias
Como o desenho de uma asa.
(Desejo de voar)

Setembro, 1986

Um comentário:

Élvio disse...

O desenho de uma asa é realmente um desejo de voar.

Gostei!