sexta-feira, dezembro 12, 2008

De novo, o abismo


Turbilhão, redemoinho, torvelinho...
E Agora
Mais do que nunca
Preciso da âncora necessária 
Meu Coração.

E o que é corpo se vai
Entrego ao vento
Entrego tudo que pode voar
Todo peso.

E Prefiro assim
Torvelinhar
Redemoinhar
Admitir o turbilhão
Estender as asas
Encontrar o Vendaval
Que emerge do abismo.

dez, 2008

Um comentário:

FRIZERO disse...

Que seja um abismo de novos poemas, de novos escritos.

E que 2009 seja repleto de teu talento e de teu coração pleno de sensibilidade!